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Quanto custa um site profissional em 2026?
A resposta curta: um site profissional pode custar a partir de R$ 400, e passar de R$ 2.400 quando o projeto é grande ou cheio de recursos. O que define onde o seu fica nessa escala são três coisas: tamanho, funcionalidades e nível de design.
O que define o preço de um site
1. Tamanho: quantas páginas
Um site de uma página só, com apresentação, serviços e contato, é o projeto mais enxuto. Cada página nova (sobre, serviços, especialidades, blog) exige planejamento, design, texto e otimização para o Google. Mais páginas significam mais trabalho, mas também mais portas de entrada para quem pesquisa.
2. Funcionalidades: o que o site faz
Um site que apresenta a empresa é diferente de um site que agenda consultas, vende produtos ou tem área do cliente. Cada integração com sistemas, pagamentos ou cadastros acrescenta desenvolvimento e testes.
3. Design: do limpo ao inovador
Um design limpo e bem feito atende a maioria das empresas. Já animações autorais, elementos em 3D e interações exclusivas são desenhados e programados sob medida, e precisam ser otimizados para não deixar o site lento. É o trabalho mais artesanal da escala.
Quanto custa cada tipo de site
Para dar uma referência concreta, estes são os valores iniciais que praticamos:
- Essencial, a partir de R$ 400: página única para apresentar a empresa e receber contatos pelo WhatsApp.
- Profissional, a partir de R$ 900: site institucional com até 5 páginas e SEO em cada uma.
- Completo, a partir de R$ 1.400: mais páginas, blog e uma página para cada serviço.
- Avançado, a partir de R$ 1.900: recursos interativos, como catálogo com busca e pedido pelo WhatsApp, simuladores e calculadoras.
- Inovador, a partir de R$ 2.400: experiência única, com animações, 3D e interações sob medida.
Os custos que vêm depois da criação
O preço do projeto não é o único custo. Antes de fechar, pergunte sobre:
- Domínio: o endereço www.suaempresa.com.br. No Registro.br, um .com.br custa cerca de R$ 40 por ano.
- Hospedagem: onde o site fica guardado. Pode ser paga mensalmente ou gratuita, dependendo de como o site é construído. Sites leves e bem feitos podem usar hospedagens gratuitas de alta qualidade.
- Atualizações: quem vai mudar textos, preços e fotos depois? Combine se você mesmo fará ou se haverá um valor por alteração.
- E-mail profissional: contato@suaempresa.com.br é opcional e costuma ser cobrado à parte pelo provedor de e-mail.
Cuidado com o barato que sai caro
Preço baixo não é problema por si só. O problema é o que às vezes vem junto:
- Domínio no nome de outra pessoa. Se o endereço do site não estiver no seu CPF ou CNPJ, ele não é seu. Exija o registro no seu nome.
- Modelo pronto igual a mil outros. Sites genéricos não transmitem a personalidade da empresa e raramente convencem.
- Site lento ou ruim no celular. A maioria das visitas vem do celular. Site que demora para abrir perde o cliente antes de ele ler a primeira linha.
- Nenhum cuidado com o Google. Sem títulos, descrições e estrutura corretos, o site existe mas ninguém encontra.
- Mensalidades escondidas. Pergunte por escrito o que é cobrado depois da entrega.
Como escolher com segurança
- Peça uma proposta por escrito com escopo, prazo e o que está incluso.
- Veja projetos anteriores e navegue por eles no celular.
- Confirme que o domínio e o acesso ao site ficam com você.
- Pergunte como o site será otimizado para o Google.
- Combine como funcionam as atualizações depois da entrega.
Um site bem feito não é custo, é o seu vendedor trabalhando 24 horas por dia. O valor certo é aquele que entrega um site que traz clientes.
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